domingo, 25 de março de 2018

O hype em torno da cornitude

Quem vive o mundo virtual liberal sabe que um dos fetiches preferidos na atualidade é o cuckolding. Os blogs sobre o tema se multiplicam a cada dia, seja por casais que vivem de fato a prática, seja por maridos ou namorados que sonham secretamente com suas mulheres sendo devoradas por estranhos, amigos próximos ou até mesmo parentes.

Se nós entrarmos em um site como o euconfesso.com, veremos que 70% das confissões giram em torno de uma vontade voraz ou de compartilhar fotos de suas esposinhas, ou mesmo de dividi-las. Parece que a vontade de ser "cornos, como alguns gostam de assumir sem receios,  é até maior que a de curtir um "toma lá dá cá" do swing, em que há troca de parceiros.


Confesso que já me animou muito a ideia de ver uma companheira ou outra nas mãos de outro macho, e essa fantasia foi bem alimentada pelas historinhas que consegui arrancar de cada uma durante a foda sobre seu passado de fodelança. Sério! Se vocês não experimentaram ainda, tentem ouvir as sacanagens que elas já fizeram e principalmente as que gostariam de fazer enquanto elas sentam e rebolam as bocetas em suas bocas.


Por outro lado, confesso que ser comedor é uma experiência maravilhosa e que tem me agradado ultimamente bem mais. E, como eu disse, o que não tem faltado é vontade nos homens de serem cucks, ultimamente. Muito pelo contrário. É uma onda que invade até mesmo sessão de comentários de blogs e sites mais caretas e baunilhas.


A pergunta que sempre me faço é se ser corno e ser comedor são faces de uma mesma moeda. O que vocês acham?

P.S.: espero que haja alguma boa recepção ao blog. Primeira postagem, e nenhuma garantia que a interação será intensa nos comentários. Mas, independente disso, vou insistindo um pouco.

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